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RIO PRETO - Santiago Naliato Garcia lança livro com crônicas no Riopreto Shopping

RIO PRETO - Santiago Naliato Garcia lança livro com crônicas no Riopreto Shopping

‘Velho Santiago’ é um projeto contemplado pelo Prêmio Nelson Seixas 2023

O jornalista, fotógrafo e professor Santiago Naliato Garcia enxerga na literatura uma forma de imprimir suas ideias. Desde sempre, tem sido um observador nato das pessoas e das coisas, até que, em 2008, decidiu compartilhar por meio de crônicas aqueles momentos que mais inquietavam sua atenção. Assim nasceu o blog “Velho Santiago”, que, com o passar do tempo, como aconteceu com Orkut e outras facilidades da efêmera vida digital, se tornou obsoleto. Mas se torna, hoje, não menos que um livro, que agora passa a abrigar algumas das muitas crônicas que escreveu e escreve desde então.

“Velho Santiago – Um apanhado de crônicas” marca a estreia de Santiago na literatura impressa e será lançada com apoio da Lei Nelson Seixas – Edição 2023, fomento cultural da Secretaria Municipal de Cultura de São José do Rio Preto, no Riopreto Shopping, no dia 4 de dezembro, das 19h30 às 21h30, com noite de autógrafos e coquetel.

Sobre o livro

A capa do livro de crônicas de Santiago traz uma imagem registrada em fotografia analógica pelo próprio fotógrafo e escritor de seu avô, seu pai e seu tio – hoje já falecidos. Ela materializa as metáforas que permeiam o nome do blog e da obra: “Velho Santiago”.

Para ele, o nome referenda uma espécie de personagem que objetifica um composto de personalidades: o menino, o moço e o velho.

“Isso surgiu em uma conversa familiar na qual uma tia, certa vez, me disse que, às vezes, lendo meus contos, ‘parecia que tinha um moço, não um menino’ escrevendo”, relembra.

Segundo o autor, esses três saudosos personagens são, de alguma forma, seus alter egos.

“Eles aparecem ao longo das crônicas, vêm e vão conforme temos mais ou menos forças para viver nossos dias, e se revezam sobre quem escreve. Normalmente há um pouco de cada um em tudo, mas já vivi situações em que todos os três se esconderam e ficamos eu, o computador e a internet”, relata ele no texto que abre sua primeira obra literária.

Desta forma, escrever crônicas é, para Santiago, uma maneira de processar a saudade e experiências cotidianas.

“E isso tudo não cabe dentro de mim. É preciso colocar pra fora. Foi preciso colocar no papel.”
 

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